Às vezes esqueço de mim

Às vezes esqueço de mim

Às vezes esqueço de mim
Um esquecimento tímido e modesto
Que vem me inundando, me preenchendo
E quando vejo, sou apenas metade do que era

Às Vezes esqueço de mim
E os segundos passam tão lentamente
Que posso parar para refletir
Sobre as nuâncias do tempo

Às Vezes esqueço de mim
E mesmo conciente deste fato
Convenço-me de minha natureza humana
Falha e egoísta, falsa e irônica

Sim, eu às vezes esqueço de mim
E de minha fragilidade
Às vezes esqueço de mim
Só para lembrar, mais uma vez

De ti

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Roberley Antonio

Escritor e fotógrafo. Membro fundador da Academia de Letras do Brasil. Diretor cultural da Academia Taguatinguense de Letras. Coordenador da comunidade Canto do Escritor.

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