
Relembrando os dias que passamos na querida Roma a cidade eterna, gostei do seu texto e nos trouxe belas recordações.
Beijos Dija.
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Escrito por Antonio Vendramini Neto Sex, 26 de Fevereiro de 2010 14:02

O Pantheon sempre provocou admiração. Passeando pelas ruas da velha Roma, observamos o magnífico panorama onde se encontra. O pintor, escultor e arquiteto Michelangelo, um dos principais nomes do Renascimento, via nele uma das maiores conquistas do espírito humano. Ali estão enterrados os heróis da Itália, entre eles os últimos reis, da família Savoia.
O fabuloso escultor se inspirou no magnífico templo, quando projetou a cúpula circular da Basílica de São Pedro, no Vaticano. Em respeito ao Pantheon, foi construída um pouco menor sendo até os últimos anos a maior cúpula circular do mundo.
Esse monumento, localizado no centro histórico de Roma, é a mais bem preservada construção da época imperial romana que chegou até os nossos dias. A maior parte de seu piso, colunas e revestimento de mármore é uma testemunha do glorioso passado arquitetônico.
Seu idealizador foi o imperador Adriano, apologia que se faz nos dias de hoje ao jogador de futebol do mesmo nome, que atuava no Inter de Milão e agora está no clube futebolístico chamado Flamengo.
Conforme leitura que fizemos no local, ficou concluída no ano 125 de nossa era, substituindo o que existia no local. É um templo todo fechado e a única abertura com fonte de luz natural é a sua majestosa cúpula.
Pelos relatos que colhemos por lá, a intenção do imperador, ao projetar o templo era a de produzir ali a harmonia do globo terrestre e da esfera estelar. No ano 600, os cristãos transformaram-no em uma igreja, salvando-o da destruição que atingiu outros monumentos romanos.
Ele soberbamente resistiu à passagem dos séculos graças a sua forma circularem, extremamente estáveis, e ao material de construção utilizado, feito de cal e um produto vulcânico leve e resistente, capaz de sua sustentação, diminuindo o risco de desmoronamentos, o que não aconteceu com o coliseu, que não resistiu a vários terremotos italianos.
“Vurria turnà du te, pé n’ora sola Roma mia, pé te senti e cantà, cu’mille mandoline".
Em Setembro de 2009

